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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

TATU

TATÚ (Enphractus sexcinctus)
Família Dasypodidae.
Nomes populares: Peba ou Tatú-peba.
Habitante natural da caatinga, corre risco de extinção. Tem preferência por ambientes secos. Alimenta-se de cupins, formigas, vegetais e restos de animais mortos. Tem hábitos noturnos e diurnos. É um bom cavador, onde chega a cavar buracos de até 2m. Sua gestação faz-se em 62 (sessenta e dois) dias, reproduzindo de 1 (um) a 3 (três) filhotes. O risco de extinção se dá em razão do desmatamento e da caça. Sua carne é bastante apreciada pela culinária nativa. Bastante raro, ocorre ainda na Reserva o Tatú verdadeiro (Dasypus novemcinctus) e o Tatú-bola (Tolypeutes tricinctus).



TATU-BOLA












quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Mata Atlântica

Quem AMA cuida


A Mata Atlântica é uma das florestas tropicais mais ricas em biodiversidade. Esse ecossistema é composto por uma grande variedade de ambientes, indo do litoral ao topo da Serra do Mar e desde o sul ao nordeste do país como: Floresta Ombrófila Densa ou Mata de Encosta; Floresta Estacional Semidecidual ou Matas de Interior; Floresta Ombrófila Mista ou Mata de Araucária; Restinga; Mangue; Praia e Duna.

Cobria uma área de aproximadamente 1,29 milhão de Km2, em 17 estados brasileiros, ocupando cerca de 15% do território nacional. Hoje suas áreas de remanescentes representam menos de 8% desse total. A devastação da Mata Atlântica está ligada diretamente à história do Brasil. Os impactos de diferentes ciclos de exploração, a concentração das maiores cidades e dos núcleos industriais e também a grande pressão antrópica, devido à alta densidade demográfica, contribuíram para sua acelerada redução. A região de ocorrência abriga 112 milhões de pessoas ou 71% população do país e os maiores cidades e complexos industriais




Uma das cinco regiões, conhecidas como hotspots, prioritárias para a conservação de biodiversidade em todo o mundo. Estas regiões abrigam 60% da vida do planeta, ao mesmo tempo em que possuem 75% ou mais de sua vegetação original destruída.




Essa diversidade biológica confere à Mata Atlântica um lugar de destaque entre os mais importantes e ameaçados biomas do planeta. Com um grande número de espécies endêmicas, ou seja, espécies de fauna e flora que só ocorrem em uma determinada área. Das 20 mil espécies de plantas que abriga, oito mil são endêmicas. Das 1.800 espécies de mamíferos, répteis, anfíbios e aves, 390 são endêmicas. Dentre as 202 espécies de animais brasileiros ameaçados de extinção, 171 ocorrem na Mata Atlântica. Abriga 24 espécies e subespécies de primatas, distribuídas em seis gêneros, sendo dois endêmicos, Leontopithecus e Brachyteles.

Mico leão dourado

Quem AMA cuida!


Habitat

Mata Atlântica da baixada costeira do Estado do Rio de Janeiro, atualmente restrita aos municípios de Silva Jardim, Rio Bonito, Casimiro de Abreu, Rio das Ostras, Cabo Frio, Armação dos Búzios e Saquarema.





Características da espécie

Vive em grupos familiares formados, em média, por seis indivíduos, mas pode variar desde dois até 14 indivíduos
O mico adulto pesa entre 550 a 600 gramas e mede cerca de 60 cm da cabeça até a ponta da cauda.
Não há qualquer diferença de cor de pelo ou tamanho entre o macho e a fêmea da espécie
Na natureza vivem em média, oito anos, mas podem chegar até 10 - 12 anos
Podem reproduzir uma ou duas vezes por ano (setembro a novembro – janeiro a março), com gestação de 120 dias e normalmente produzem dois filhotes gêmeos.
Alimentam-se de frutos silvestres, insetos, pequenos vertebrados e, eventualmente, de goma de algumas árvores
Cada grupo utiliza uma área que varia entre 50 ha a 100 ha que é defendida da entrada de outros grupos de micos
São animais diurnos e à noite, dormem em ocos de árvores ou em emaranhados de cipós e bromélias.

Arara Azul em perigo!



Aqui serão apresentadas as três espécies do gênero Anodorhynchus: hyacinthinus, leari e glaucus, que são consideradas como as verdadeiras araras azuis, por terem a cor predominantemente azul. Vale lembrar que este gênero possui espécie extinta (A.glaucus) e as outras duas estão na lista mundial de espécies ameaçadas, classificadas como “criticamente em perigo” a arara-azul-de-lear (A. leari, com cerca de 600 indivíduos na natureza) e “em perigo” a arara-azul, que possui a maior população do gênero na natureza, pois vem se recuperando no Pantanal, mas ainda sofre com a captura para o tráfico principalmente em outras regiões do Brasil e pela descaracterização do habitat).



Será incluída também a espécie Cyanopsitta spixii, por ser popularmente conhecida no Brasil como ararinha-azul. Embora esta espécie esteja, atualmente, extinta na natureza, ela vem sendo reproduzida em cativeiro para futura reintrodução. A ararinha-azul e a arara-azul-de-lear são genuinamente brasileiras, pois sua distribuição é restrita ao Brasil, no estado da Bahia.

Vou te visitar!

AMIGOS DA NATUREZA!